Archive for the ‘Meu Plantel’ Category

Chegadas ao Plantel

Apesar de ser Julho vou falar da única chegada ao meu plantel do mês passado. Foi um ato de total compulsividade que não deve ser repetido por nenhum leitor dentro ou, principalmente, fora de casa.

Fui atraído para a Concept Store do São Paulo no Morumbi por dois motivos, primeiro a idéia de conhecer uma loja que já fazia muito tempo eu queria conhecer, eu li também que é a maior loja dentro de um estádio da América Latina e junto com algumas fotos que eu vi me fez imaginar o quão grande seria, o segundo motivo era a camisa do Adriano com nome Imperador e número X, eu achei a idéia super boa e bem diferente para integrar uma coleção então fui decidido a comprar, imaginando que talvez eu pudesse encontrar pequenas coisas que chamassem a atenção resolvi levar um dinheiro a mais.

Cheguei na loja e me deparei com uma imensidão de artigos e camisas, mas confesso que, apesar de bem grande, é menor do que estava na minha imaginação. Fui olhando praticamente todas as araras e cabides, curtindo cada peça. Vi as mangas longas do São Paulo, as camisas do Rogério dessa temporada e algumas ainda da temporada passada, milhares de camisas home normais (apesar que pensando agora seria legal ter visto qual a diversidade de nomes que tinha) mais uma enorme quantidade de camisas away e as camisas que não são third mas tem cara de ser, até que encontrei a peça desejada, olhei, procurei meu tamanho, peguei e continuei andando pela loja já com ela na mão, como se fosse certo.

Dei uma passada pelas pólos e camisas estampadas até o momento que decidi olhar as réplicas de 77, 86 e 91. Cheguei, dei uma bela olhada na primeira peça, mais uma bela olhada na segunda e outra também muito bem feita na terceira até que eu avisto no final uma camisa preta, peguei ela e vi que era a camisa comemorativa do Penta Único, babei dei uma checada no tamanho, que era G e resolvi que ia levar as duas, continuei andando pela loja vendo copos, bichos de pelúcia entre outros até que me toquei que tinha que saber o valor das camisas, procurei na camisa do Imperador e estava marcado 160, como já sabia do preço achei que estava tudo bem, comecei a olhar a camisa preta e nada de achar a etiqueta com o preço, procurei um atendente e perguntei se tinha em tamanho P, ele me disse que era a última peça, então fiz a cagada de perguntar o preço, o mesmo respondeu com um sorriso na boca que eram 300 reais, e me explicou que era uma série limitada de 533 peças e que essa era a 332 e tudo mais. Por um momento eu até cogitei levar as duas, mas eu sabia que era uma loucura e tanto, decidi que ia experimentar as camisas para decidir, obviamente eu estava me  enganando pois quando um compulsivo em seu inconsciente decide que quer uma camisa nada mais consegue tirar isso a não ser outra camisa ou o tempo.

Coloquei a preta, ficou um pouco grande, inevitável, a camisa era G e não tinha jeito, peguei a do Imperador (tive uma dificuldade para tirar o cabide, ele era daqueles cabides estruturais que pegam de ombro a ombro e não saia por cima, fui tirar por baixo mas me enrolei inteiro pelas mangas, demorei uns 2, 3 minutos só com isso) vesti e caiu feito uma luva. Sai do provador com a certeza, certeza de que a do Imperador ia ficar lá para outro e que a preta era minha, fui no caixa paguei o maior valor até hoje por uma camisa e sai falando que eu era louco para mim mesmo, e pior, com razão.

A camisa é linda, e eu queria muito uma peça diferente do São Paulo, não tinha me animado muito com a third que não é third pois apesar de muito bonita ela vai ser uma peça bastante comum. A única diferença com a da foto (que vai estar logo em baixo) e que ela não tem o patrocínio da LG, então é visualmente muito limpa e bonita, eu concordo que o Penta Único é um pouco de exagero, tanto no sentido estético como no significado literal, mas de qualquer forma o conjunto da obra somado a sensação de exclusividade e de loucura é ótimo.

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Oscar – Celtic da Escócia

A camisa de hoje é a do Celtic, um time que concorre em um número razoável de categorias. A camisa que eu vou mostrar é a Third, essa concorre como: Melhor Camisa Dupla, Melhor Time e Melhor Marca. O Celtic porém entra ainda em Melhor Camisa Clássica e Melhor Templante.

Celtic Hat-Trick III

O terceiro e último dia de Hat-Trick é dedicado a terceira e última camisa do Celtic nessa temporada, a camisa de hoje também foi usada na temporada passada, mas na ocasião era uniforme de visitante. O fato dela ser de duas temporadas também justifica o porque que é a única que não carrega consigo a homenagem aos Leões de Lisboa. A camisa está concorrendo ao Oscar 0708 como melhor camisa dupla e o melhor time, mas as indicações ainda estão em aberto.

A camisa tem um modelo diferente, meio como se fosse uma mistura, isso da um ar de peculiaridade nela que na minha opinião é ótimo, torna ela de certo modo exclusiva, mas apesar disso o que mais chama a atenção na camisa é o desenho, uma combinação de rara beleza. A camisa é listrada em vertical contradizendo a camisa de casa que desde 1902 adota o modelo com listras horizontais. Mas nesse caso acho que as listras dessa forma ficaram impecáveis, ainda mais com a combinação de cores que valorizou desenho e deixou um conjunto muito bem feito. As cores usadas são o verde e o preto, que é como se fosse a terceira cor do clube. Nenhum dos dois tem um tom extraordinário ou muito diferente do comum, o preto é bem básico e o verde é pouco mais claro ou pouco mais vibrante do que estamos acostumados, como o tom de Palmeiras, Goiás e Coritiba. Apesar de a diferença ser bastante sutil esse verde mais claro ficou incrível, valoriza o contraste entre ele e o preto tornando o mais vivo e conseqüentemente evidente e vibrante, a largura das listras também estão ótimas, sem exageros a ponto de transformar as listras em linhas ou em faixas. O preto estar centralizado parece ter sido planejado, pois dessa forma quem ganha mais listras é o verde, assim se tornando levemente predominante, mas para compensar esse ganho os outros detalhes como barra das mangas e gola ficam em preto, caso fosse tudo alterado o resultado, imagino, seria um imenso desastre, os detalhes da camisa em verde ficariam extremamente chamativos, e o preto não conseguiria no tronco da camisa o mesmo efeito que tem o verde, ele mesmo em teoricamente predominante acabaria sendo apagado pelo verde. O patrocínio da Carling sempre consegue se adequar as camisas, um dos únicos jeitos de estragar ele é uma camisa azul e listrada mas como esse não é o caso ele se encaixa perfeitamente na camisa, não gosto do desenho “inovador” dele de ficar em diagonal pois quebra levemente a simetria da camisa, mas mesmo com esse pequeno ponto negativo eles ainda tem os triângulos verdes que junto com o preto do fundo sempre dão um toque de beleza isso sem contar com a própria inscrição Carling que quando necessário serve para dar um toque de branco em uma camisa predominantemente escura. Branco também foi a cor em que o símbolo da Nike e os outros detalhes ficaram, escolha mais que correta, nessa camisa o verde é a cor não básica e como já está acompanhada nada mais deve tentar fugir do tradicional. O prata, que caso não fosse o branco seria sem dúvidas a cor mais cogitada para colorir os detalhes, é uma cor que, por mais que pouco, chama a atenção para si, e isso quase sem exceções cria conflitos entre as cores, já o branco, mais comum é aceito em qualquer ambiente pois apesar de aparecer ele permite que as outras cores continuem sendo elas mesmas sem misturas, a divisão entre duas faixas do símbolo da Nike e do brasão do Celtic ficou linda,é um detalhe muito simples mas que valoriza os elementos em questão. Para concluir a barra da camisa e principalmente a barra da manga grossos dão limites para as listras, algo que nesse caso ficou muito bonito principalmente porque o preto ganhou ainda mais espaço com isso. A camisa é o mais belo exemplar dessa temporada, e é um grande, e alcançável, Objeto de Desejo meu.

Chegadas ao Plantel

As chegadas de maio foram inesquecíveis por dois motivos, o primeiro é que eu consegui algo que eu buscava muito e imaginava que demoraria muito tempo para conquistar, e o outro motivo é que pela primeira vez eu fui taxado.

Pois é, fui taxado, e não foi brincadeira, tomei 180 em cima da cabeça, mais o frete de 100 e as camisas. Acabei pagando bem mais caro do que imaginava. O que me deixou triste foi saber que no final das contas não há critério nenhum, quando conversei com o cara dos correios ele me disse o que todo mundo diz, os caras da receita olham um pacote, gostam da cara, do nome, da etiqueta, da cor, do volume, enfim, sei lá do que e decidem taxar. A taxação é pesada, pesada e injusta, foram 60% sobre um valor inventado, suposto, e o pior, irreal. Decidiram que cada um dos meus dois pacotes tinha um valor de 90 dólares, uma pequena observação, um dos pacotes veio com valor declarado de 20 libras e o outro de 15, ou seja mesmo com o valor diferente o preço estipulado foi o mesmo, está na cara que não há critério algum, e se você for fazer as contas perceberá também que nenhum dos 2 excedia os 50 dólares “permitidos”, somente juntando ambos isso seria possível, me achei injustiçado, mas infelizmente nada posso fazer. Paguei e fui abrir em casa o pacote que havia demorado 1 mês e pouco para chegar da Escócia.

As camisas são do Hearts, um clube médio do país, ambas são da temporada 0607, digo ambas porque trouxe para mim uma de casa e uma visitante. A realização do sonho está na marca que faz as camisas, a Hummel, que ao lado da Le Coq são meus objetos de desejo em marca, não sei muito bem explicar mas acho que há muita classe e misticismo envolvido nas duas marcas. Além do mais as setinhas e o galo são símbolos, que apesar de desconhecidos por alguns, inesquecíveis para mim e tantos outros. O tecido da camisa é mais elástico do que estamos acostumados, mas não se compara a uma Diadora ou uma Kappa ou até Umbro em alguns casos. Ambas as camisa são realmente uma obra de arte, simples mas muito bem feitas, o tom do grená é bem lindo, o tamanho P, único que tinha disponível, é um pouquinho grande, os acabamentos da camisa e o conjunto da obra são perfeitos, sem dúvidas, agora, duas das minhas mais belas e raras camisas.

Chegadas ao Plantel

Enfim vou falar das camisas que chegaram em Abril. Foram 3 peças, todas internacionais, duas compradas no Reino Unido e uma que veio do México.

A que veio do México foi trazida pela minha tia que novamente viajou para o país com uma das ligas mais interessantes em questão de camisas. Ela perguntou novamente qual eu queria, dessa vez eu tive que pesquisar um pouco mais, da vez anterior estava certo que a camisa que eu queria era do Pumas. Mas apesar de ter que procurar cheguei rapidamente a uma conclusão, era a camisa do Chivas, um desenho muito bonito e especial que tinha encantado toda a América. Quando chegou foi felicidade pura, mais uma camisa muito linda e difícil de se encontrar, olhei o tamanho e vi que dessa vez era P, vesti e constatei que ela era perfeita, o tecido é bem diferente da camisa do São Paulo também patrocinado pela Reebok, é mais agradável. Dentre os detalhes mais legais que eu pude notar dou destaque para o patch da Libertadores em uma manga e o da FMF (Liga Mexicana) em outra e também para o número da camisa em baixo do escudo, um detalhe que faz você sentir como se sua camisa fosse única, muito legal. Só para constar a minha é 294553. Há também alguma coisa na parte da frente da camisa desenhada com um estilo de trama diferente, mas confesso ainda não ter identificado. Quase todos os patrocínios são silkados, assim como os Reeboks. O único que não, é o Bimbo, mas não atrapalha. Enfim, já virou uma das preferidas por todo o conjunto da obra e pelo ótimo caimento.

As outras duas camisas que eu comprei são do Celtic e ambas foram citadas no Celtic Hat-Trick, as duas também são de manga longa.

O uniforme de visitante desse ano eu comprei de um jeito estranho, o modelo normal estava 40 libras e o de manga longa 45, fui percorrendo o site até que encontrei o modelo com o patch da Champions League, o preço era o mesmo, mas ao clicar nela o preço caiu para 25 libras, tive a certeza da compra nesse exato momento. Chegando no Brasil ela não me impressionou muito, já sabia que ela era bem básica, mas o patch da Champions League e as mangas longas deram um toque clássico que combinou muito com a camisa, deixou ela mais bonita. Na verdade ela é muito elegante e combinada com um shorts mais claro fica maravilhosa, o tamanho P novamente ficou perfeito tanto no comprimento como no pulso, geralmente as camisas da Nike de manga longa tendem a ser ruim pois não tem elástico e as mangas são enormes, pode reparar em alguns jogos quando os jogadores usam elas seguram as mangas para não ficar roçando e atrapalhando. Dessa vez fiquei surpreso ao ver que ela para no pulso, mas continua sem elástico. Adorei a nova peça, pelo preço acho que valeu a pena, ainda mais que sem ela eu não teria a coleção completa do Celtic dessa temporada. A única coisa que me deixou meio triste foi o patch ter vindo dobrado, até o momento não encontrei solução, se alguém tiver uma dica eu agradeceria. Para quem não viu aqui está o post no Celtic Hat-Trick sobre essa camisa.

O terceiro uniforme também não foi muito surpreendente, eu já sabia que ela era maravilhosa, verdade que quando você vê ao vivo seus olhos brilham, mas isso é um detalhe a parte. Paguei nela, de mangas longas, 15 libras, equivalente a cerca de 50 reais, um achado. A camisa é tudo e um pouco mais do que vocês imaginam, achei que as mangas talvez tirassem um pouco da beleza dela, mas o efeito foi o contrário. Confesso que não encontrei erros na camisa, o máximo que eu posso pensar em reclamar, e mesmo assim sem razão, é na gola mole, mas mesmo assim não é tão mole, e também não tem como ser dura com o tecido Sphere Dry, que cá entre nós é um dos mais confortáveis das marcas esportivas, as ondinhas dela dentro da camisa dão uma sensação que os outros tecido não conseguem, o Formotion da Adidas até é bastante confortável, mas não tanto. As mangas também ficaram ótimas, não preciso nem repetir que o tamanho é P, isso acho que todos já sabem. Se fosse tentar procurar algo para destacar nessa camisa tão bela acho que eu destacaria o branco vivo nela, não imaginava que ele ficasse tão bonito e bem encaixado. Agora pensando bem acho que as duas camisas, aliás as três se contarmos com a outra do Celtic, tem um problema sim, o patrocínio meio felpudo fica pegando todo pelo que encontra, por isso fica com meio com a aparência esbranquiçada, nada grave, mas vale dar a dica. Para os que não viram ou lembram aqui está o post no Celtic Hat-Trick dessa camisa, lá tem as fotos dessa peça rara.

Aliás quem se interessar, aqui está o site da loja do Celtic, gerenciado pela Kitbag que todos conhecem. Qualquer dúvida não hesite em perguntar, é um prazer ajudar a todos.

…Racing da Argentina

Vou falar novamente de um Racing,mas dessa vez é o tradicional clube argentino que trava uma eterna rivalidade com o Independiente também em Buenos Aires. O tradicional uniforme de casa deles é em forma de listras alternando branco e azul celeste, sempre sai coisas bonitas, já a camisa de visitante geralmente mistura o azul celeste com um azul bem escuro, as vezes eles até usam preto como nessa camisa que eu mostrei no final de fevereiro.

A camisa que eu vou mostrar é a de visitante da temporada 2006, o Racing assim como Corinthians e Boca lança suas camisas de ano em ano, o que é muito curioso pois nosso calendário é assim, mas não o argentino. Apesar de ser feita pela Nike o modelo adotado na camisa não foi usado na Europa, o único outro clube que usou o mesmo modelo foi justamente o Boca Juniors, deve ser coisa da Nike Argentina, criar modelos exclusivos para seus clubes. O modelo permitia um pouco mais de detalhe do que os modelos que a Nike está acostumada a criar, era composto de 4 partes, a parte central do tronco, a parte lateral, a parte de cima da manga e a parte de baixo, assim os clubes tinham mais alternativas de criar em cima de seus uniformes. O Racing fez um desenho que no final das contas nem precisou muito da ajuda do modelo, era lindo por si só. Um quadriculado bem grande que ao contrário da Croácia não se opõem muito nas cores. Mas o que torna esse quadriculado mais agradável aos olhos do que o da Croácia não está exatamente nesse ponto, na verdade são outros dois pontos que eu acho que são os responsáveis pela camisa da Croácia não fazer tanto sucesso quanto deveria. O primeiro deles é no tamanho dos quadrados, os da seleção são pequenos e em grande quantidade, no final das contas cada quadrado acaba adentrando o outro pois não tem espaço para passar somente a sua informação, então o branco invade vermelho e vice-versa criando no final das contas uma poluição por excesso de elementos, os quadrados maiores como os do Racing deixam cada quadrado com mais espaço, criando assim um contraste mais harmônico, fator essencial para camisas desse tipo. O segundo erro da camisa da Croácia é a falta de limites, os modelos da Nike sempre muito parecidos nos últimos anos, não criam limites técnicos para as camisas, ou seja não há essa divisão de partes como há nessa camisa ou em camisas da Adidas, Umbro e outras concorrentes, e esse eterno quadriculado apenas agrava o problema da poluição, como vocês, novamente, podem ver na camisa do Racing o limite nas laterais não faz com que fiquem poucos quadrados e muito menos desvaloriza o desenho, enfim esse quadriculado para o Racing ficou limpo e lindo, deu exclusividade para a camisa, inclusive dentro do clube que nunca tinha feito algo igual. Por ironia o que acabou ficando desnecessário foi o uso do azul celeste na parte debaixo da manga, a camisa totalmente em um tom mais escuro proporcionaria mais destaque para o quadriculado central, mas da mesma forma o desenho diferenciado é interessante. O patrocínio da Petrobrás é bem simples e muito bonito, principalmente por ser apenas o nome da empresa, sem logo ou foco em produtos específicos, ele não ficar exatamente no meio dos quadrados foi uma ótima opção, deixou ele um pouco com cara de fora do desenho, o que nesse caso ficou bom, pois o desenho continua completo e não se quebra. O posicionamento do símbolo do Racing ficou ótimo, só não entendi o porque que eles colocaram 1903-2006 já que não me parece ser nenhum ano especial. O Nike em cima ficou também muito bem encaixado, consegue fugir das atenções, apenas a cor rosa que ficou estranha, tem um contraste legal, mas o uso de uma terceira cor não básica pode comprometer as camisas, como foi usado muito pouco ela sobreviveu, mas eu sou a favor do branco. A gola, que é melhor visualizada nessa foto, é muito estranha, para não dizer feia, alta e mal desenhada não combina em nada com a camisa, não sei nem definir com o que ela parece, ainda bem que o conjunto da obra salva.