Sobre Mim…

Prazer, sou Guilherme Pucci, um amante, ou como prefiro hoje em dia, um compulsivo por camisas de futebol.

Nasci em São Paulo, aonde moro, na temporada 9091, mais precisamente em Janeiro. Mas não foi no exato momento em que nasci que eu também nasci para o futebol. Não sei determinar o exato momento em que isso aconteceu, mas acho que em 98, pelo menos simbolicamente para mim. Minhas lembranças mais recentes do esporte mais popular do mundo são dessa época. Na época já tinha clube definido, e ao contrário do que acontece em muitas famílias não pelo pai, foi definido por um fator chave, mas com, digamos, uma escala. No início dos anos 90 quando Mestre Telê comandava o tricolor do Morumbi, meu irmão com seus 6 anos decidiu que aquele time vencedor seria o qual torceria, e eu fiz o mesmo, mas confesso que deve ter sido muito mais para ter o mesmo time dele do que pelo momento que vivia o clube.

Minha primeira lembrança real do futebol, e por isso considero o meu nascimento para o esporte, é do  campeonato paulista que em que o São Paulo de França levantou o caneco, mas a primeira partida da minha memória é um 2×1 em que o Brasil derrotou a Escócia pela abertura da Copa do Mundo de 1998. No começo do ano seguinte insisti para meus pais me darem a camisa do São Paulo, ganhei a camisa, patrocínio da Cirio e Penalty (vocês podem ver ela no Meu Plantel) foi minha primeira camisa. A segunda é bem curiosa, veio logo no ano seguinte, e pode ser considerada minha primeira ação de colecionador, lembro como se fosse ontem, queira aquela camisa apenas por um motivo, o patrocinador tinha mudado e eu tinha que me manter atualizado.

A coleção ficou estática até 2002, eu era o único na casa a acompanhar futebol e apesar da nova mudança de patrocínio eu estava mais empolgado com a Copa do Mundo. Antes de começar a Copa juntei meu dinheiro e comprei oficialmente minha primeira camisa, foram 120 reais na camisa do Brasil Home com 4 estrelas ainda, lembro até a loja em que comprei e o momento em que sai da loja e falei para minha mãe que seria a primeira de muitas. Todos os jogos, com exceção de Costa Rica e Brasil, quando eu confesso ter capotado de sono, foram vistos sozinhos e com a camisa no peito, daí nasceu a tradição de que os jogos mais importantes teriam que ser vistos dessa forma (a única vez que quebrei a tradição foi no jogo Brasil e França pelo mundial de 2006).

A Copa despertou a paixão pelo futebol para os outros homens da casa que timidamente começaram a acompanhar mais de perto os campeonatos regionais. Eu continuei acompanhando e ganhei gosto pelo futebol internacional, assim comprei algumas camisas de times internacionais e após umas 8 peças assumi a posição de colecionador no final de 2005, no início de 2008 decidi colecionar as camisas dos campeões mundiais e no meio do mesmo ano decidi tornar meu plantel mais restrito e histórico. Atualmente meu plantel conta com 65 camisas.

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