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Oscar – Segunda Parcial I

 A segunda parcial mostra que não houve muitas evoluções nesse tempo, mas em compensação serviu para dar uma bela embolada em praticamente todas as categorias, são raras aquelas que já tem 1 ou 2 candidatos disparados. Destaque especial para a Melhor Camisa Clássica que conta com o Celtic despontado com 17 votos e logo em seguida empatados em 3º lugar outras 3 camisas seguidas de perto pelo 5º colocado que tem apenas 1 voto a menos. Segue as parciais lembrando que é só clicar para aumentar e quem ainda não votou… VOTE.

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Oscar – Liverpool da Inglaterra

A camisa de hoje concorre na categoria de Melhor Camisa de Goleiro. Ela também é a única peça desse molde na minha coleção, trata-se da camise de goleiro do Liverpool que além de estar presente nessa categoria também concorre em: Melhor Templante com a Adidas I e Adidas II das suas camisas away e third respectivamente, Melhor Camisa Dupla com a home, Melhor Liga por participar da Premier, Melhor Patrocínio com a Carlsberg e Melhor Marca com a Adidas. No total são 6 categorias, mais um time que está muito presente.

Segue o post do ínicio do ano.

…Liverpool da Inglaterra

O Liverpool da Inglaterra fundado em 1892, é considerado o clube mais vencedor de toda a Inglaterra, parte disso se deve as 5 UEFA Champions League vencidas pelo clube, o melhor dentre os ingleses, porém todas as 5 oportunidades que eles tiveram de se tornarem campeão mundial foram jogadas por água abaixo, em 2 delas o clube simplesmente se negou a jogar, em outra perdeu para o espetacular Flamengo de 81 por 3 a 0, em 84 o Independiente venceu por 1 a 0 e em 2005 foi a vez do São Paulo pelo mesmo placar. Curioso é que o clube é o maior vencedor do Campeonato Inglês, porém nunca venceu uma Premier League (existente desde 92). Além disso venceu 3 Copas da UEFA e 7 Copas da Inglaterra.

As camisas do Liverpool não são nenhuma coisa absurdamente linda e inovadora, e nos últimos 12 anos o clube teve apenas 6 uniformes de casa, parece uma espécie de tradição repetir o uniforme de casa por 2 temporadas, a última vez que isso não ocorreu foi na temporada 9596, mais de 10 anos atrás. Outra coisa que representa a fidelidade no clube é o patrocinador, a Carlsberg estampa seu logo desde a metade de 92.

Nessa temporada além da tradicional camisa vermelha o Liverpool tem a preta para competições européias e a branca de visitante tradicional, que é a mais bonita por ter as faixas ao fundo com o escudo do Liverpool. Mas na verdade vim mostrar a, literalmente, bizarra camisa de goleiro dessa temporada. Tem uma combinações de cores que eu confesso nunca ter visto, e nem sequer imaginado, na vida. É uma mistura de branco e vermelho com um verde partindo para o azul meio real. Uma tentativa ridícula de misturar clássico com moderno, todos detalhes que foram desenvolvidos para esse modelo de camisa foram preenchidos ou com branco ou com vermelho e chegam até a lembrar a camisa branca, mas todo o resto é com essa cor ainda indefinida, que parte do verde pro azul mas com um estilo clássico parecido com algo real. Também tem as listras com o símbolo do Liverpool, mas isso é um estilo extra que a camisa tem todo o direito de ter, além do mais essas listras são feitas num tom mais escuro da cor principal e combinam com a camisa.

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Oscar – Man. United da Inglaterra

Hoje vou falar das camisas do Manchester United. A away é a única que concorre sozinha na categoria Camisa da Temporada, mas o time também está na Melhor Camisa de Goleiro com o modelo azul, Melhor Time, Melhor Liga pela Premier e Melhor Marca pela Nike.

…Manchester United da Inglaterra

Juntando o pedido do Thiago e o meio centenário da queda do avião do Manchester eu resolvi mostrar as camisas da atual temporada.

O Manchester foi fundado em 1878 com o nome de Newton Health LYR, seu uniforme era um combinado de verde e amarelo divido ao meio. Em 1892 quando mudou seu nome para  apenas Newton Health usou além de um quadriculado de vermelho e branco uma camisa verde com detalhes em amarelo e uma toda branca que durou 6 anos. Porém desde 1902, quando mudou seu nome para Manchester United, justifica o seu apelido de Red Devils usando uniformes de casa completamente vermelhos com a exceção dos períodos de 22 a 27 quando usou um uniforme branco com um V em vermelho e na temporada 3435 quando usou uma camisa listrada em horizontal entre vermelho e branco.

O clube venceu diversos títulos, mas na temporada 9899 se superou e venceu além da tríplice coroa (Campeonato Inglês, Copa da Inglaterra e UEFA Champions League) o Mundial de Clubes. Este último contra o Palmeiras. Mas, apesar de ser a final do Mundial de Clubes, não foi a partida mais emocionante da temporada. Na final da Champions League contra o Bayern München o clube começou perdendo por 1 a 0, gol de Mario Basler aos 5′ da 1ª etapa. O jogo prosseguiu dramático para o clube inglês, mas a história começou a mudar aos 22′ do 2º tempo quando Teddy Sheringham entrava em campo, na verdade ele nada fez até a entrada de Solskjaer já aos 36′.  Nenhum dos 2 tiveram êxito nos ataque até os 46′ do 2º tempo quando Sheringham desviou o chute do gales Ryan Giggs e fez o gol de empate. O resultado levava o jogo para os pênaltis. Naquele momento, para o Manchester, isso se igualava a uma vitória. O que eles não esperavam é que menos de 2′ depois Solskjaer aproveitaria um escanteio que ele mesmo conquistou e viraria a partida nos acréscimos. Jamais alguém diria que aqueles dois jogadores vindos do banco mudariam, e tanto, a história daquela partida. Muitos dizem que foi a melhor final de todos os tempos. O Manchester além de seus goleadores também contava com Peter Schmeichel que fazia sua última partida, Gary Neville, Denis Irwin, Ronny Johnsen, Jaap Stam, Jesper Blomqvist, Beckham, Nicky Butt, Dwight Yorke, Andy Cole e Ryan Giggs. Para aqueles que quiseram aqui está o vídeo dos gols.

As camisas dessa temporada são as mais bonitas dos últimos anos, é feita pela Nike e apesar do desenho limpo e com poucos traços é cheia de detalhes. A camisa de casa é completamente vermelha, mas é um vermelho diferente e especial, ao mesmo tempo que tem características de vermelho vivo, sangue, tem características de nobreza do vermelho real, é uma mistura perfeita dos dois que representa a história de um clube grande e a vontade de jogar dos jogadores. As riscas ao fundo são um detalhe especial da Nike, e realmente o resultado foi ótimo, elas conseguem preencher a camisa sutilmente mas com eficiência, só que eu acho que o fato delas de dispersarem não ficou muito bom, a regularidade delas na parte superior da camisa é linda e impecável e caso mantida até o final daria um enfeito de preenchimento ainda melhor, mas sem dúvidas muito mais clássico. A gola da camisa é bem normal, com um desenho simples e pouco alta, combina perfeitamente com a simplicidade do modelo da Nike, o fato dela ser toda vermelha pode acabar sobrecarregando a camisa dessa cor, mas a proposta do Manchester sempre foi essa. O patrocinador não é o dos mais agradáveis, a AIG sempre coloca o seu símbolo num tamanho acima do normal, o que não me agrada nem um pouco, mas pelo menos está em branco o que não atrapalha muito. Na parte da frente também podemos notar na manga totalmente seca e um pouco sem graça, riscos em um vermelho mais escuro como no tronco cairiam muito nela e no símbolo da Nike em branco que se afilia ao AIG de forma bem bacana dando um toque a mais de cor.

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Nas costas é que se encontra a inovação e o detalhe mais chamativo e bonito da camisa. Uma pequena faixa branca que cruza a camisa na vertical e acompanhada por um filete preto no meio, esse último que é o que proporciona toda essa singularidade para ela, principalmente pela cor, que é forte e tem espaço para se mostrar já que está no meio de tanto branco. Outra coisa que essa pequena faixa consegue fazer é dividir a camisa em duas partes e quebrar o excesso de vermelho de uma ótima forma, aliás da melhor, ela simplesmente divide ela em 2 porções iguais e completamente simétricas, chamando a atenção para si, para o meio da camisa e, conseqüentemente, para o nome e o número do jogador. Essa faixa também contém na sua parte debaixo do número a inscrição MUFC, ou seja Manchester United Football Club, um charme e tanto, e na parte acima do número um pequeno diabo e seu tridente, o diabo é o personagem que representa o clube, um charme maior ainda e acima de tudo muito bonito e novamente resgata a identidade do clube. Porém há algumas coisas nessa camisa que não me agradaram, o AIG por mais simples que seja e mesmo não parecendo um problema tão grave é o principal fator de desagrado, locomover ele não me parece uma solução, ele está literalmente sobrando nessa camisa, somente o símbolo da Nike é o suficiente para dar o nível de branco que a camisa deseja na sua frente. Outra coisa que eu não gosto muito é essa mudança de proposta da frente e das costas da camisa, um praticamente exige o vermelho completo e o outro aplica poucos detalhes mas com a função de quebrar esse excesso, precisa haver um padrão de idéias para se montar uma camisa, mas de qualquer forma ela é linda.

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Já a camisa de visitante sim linda e arrasa com a de casa. Tem 3 fatores que foram decisivos para ela ser mais bonita, o primeiro é a cor, o preto em excesso é muito mais bonito que o vermelho em excesso. Segundo é a proposta da camisa, essa, diferentemente da outra, tem mais detalhes na frente e nas costas o que acaba unindo os dois lados com a mesma idéia, de ser uma camisa com muito preto mas com quebras em pontos precisos para que ele não acabe excedendo o limite de simplicidade. Isso pode ser vistos nas lindas riscas em forma de arco em vermelho e nos filetes, também em vermelho, nas mangas. A combinação das cores ficou muito boa o vermelho ficou ótimo em pequenas quantidades e conseguiu fazer com que a camisa continuasse simples. O símbolo sem querer acabou contribuindo o conjunto, na camisa vermelha ele se perdia, mas nessa acaba se destacando e vira um detalhe a mais. O terceiro e detalhe final é o patrocínio, nessa caso o AIG não ficou sobrando tanto se encaixou muito bem na camisa e, ao contrário da camisa vermelha aonde o AIG ficou praticamente solitário, conseguiu contrastar muito bem com os outros elementos, apesar de eu ainda não gostar dele.

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 As costas também ficaram mais bonitas apesar de não fazer muita diferença. Novamente a linha no meio ficou incrível, dessa vez o toque especial, que antes havia sido dado pelo preto, foi dado pelo branco que deu um toque claro na camisa mas numa quantidade bem pequena e exata para ser chamativa e muito mais bonita que a preta. O arco vermelho que segue as costas da camisa também ficou muito bom, uniformidade entre costas e frente era o que a camisa precisava e claramente essa risca proporciona isso. O único erro dessa camisa fica por parte da risca no meio do vermelho não ter uma seqüência muito compreensível, ela para no MUFC e começa novamente para parar no diabinho, na minha opinião o MUFC deveria ser movido para a parte debaixo da camisa formando assim uma linha que tem um começo e um fim mais visíveis, apesar que isso esconderia totalmente as siglas o que talvez não seja a melhor opção.

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Oscar – Primeira Parcial I

Todo Domingo e Segunda vou dar as parciais da votação do Oscar, vão ser as seis primeiras categorias no Domingo e as outras cinco na Segunda, os times que estão em verde são os que estariam classificados. Ainda não decidi qual o critério caso dois ou três times empatem na terceira colocação, mas aceito sugestões.

A tabela é muito simples, aparece os classificados em verde, o número total de votos na enquete do Orkut e também o total que eu recebi por e-mail além do total geral. Aparece cada candidato, colocação e o número de votos em cada uma das duas divisões.

Como já estão acostumados: Basta clicar para aumentar.

Há 10 Anos Atrás – Fevereiro

Hoje oficialmente não é o último dia do mês, mas teoricamente fevereiro acaba no dia 28 e eu quero postar algo especial no dia 29, uma camisa que eu realmente acho que merece ocupar um dia que só vem de 4 em 4 anos, portanto adianto o Há 10 Anos Atrás para hoje.

Everton da Inglaterra

A camisa do Há 10 Anos Atrás desse mês só poderia ter sido feita há 10 anos mesmo, ninguém hoje é louco o suficiente, aliás não chega nem perto. O clube, que não tinha essa exclusividade de camisas bizarras, é o Everton e a marca que patrocinava o clube na época era a Umbro. A camisa mistura amarelo com preto e azul,a princípio nada demais, mas eles conseguem exageros inacreditáveis, há quatro faixas normal no peito e mais duas em um degradé muito estranho nas mangas com todo o fundo em um amarelo mostarda muito forte as faixas foram pintadas de preto até uma determinada parte, quando elas mudam para um azul muito diferente e depois retornam ao preto sem o menor critério ou coerência, o resultado é uma inconstância que arrepia pela falta de combinação e proposta. As faixas das mangas simplesmente não combinam com as do tronco e ficam deslocadas da camisa, é excesso de informação, assim como a marca d’água em toda a parte amarela com a palavra “Everton” em fila dupla parte subindo e parte descendo e acompanhada do Everton F.C. na parte inferior da camisa, esse último resistiu até hoje mas com uma mudança de local, agora ou fica parte de trás da gola da camisa ou na parte inferior só que nas costas, eu particularmente adoro. O patrocínio da Danka é mais um item que causa calafrios, abre mais amarelo numa camisa que peca justamente pelo excesso, além do mais é um símbolo horrível e sem muita criatividade, característica da época mesmo, onde não havia nem desenhos tão arrojados como tecnologia e métodos para aplicação dos mesmos. Só acho que ele poderia ser feito todo ao contrário, a caixa preta e o Danka em amarelo, valorizava mais ambos. O símbolo do Everton dentro desse ovo também é algo horroroso, além dele ficar desproporcional para a camisa e mais desproporcional ainda para o ovo ele ainda está acumulando itens colocado na esquerda com o Umbro de oposto para contrapor ficaria mais bem harmonizado, símbolo da Umbro que do jeito que foi posicionado acaba invadindo um pouco cada uma das faixas sumindo e criando confusão. A gola é a única coisa que se salva na camisa, a combinação de cores com faixas simples e proporcionais ficou muito boa e o desenho elegante mas clássico também é bastante bonito, pena que a simplicidade com que foi feita não foi usada no resto da camisa, ela tinha como dar certo, mas creio que pela época em que foi feita, uma época muito conturbada dos uniformes, transição de um período bizarro que surgiu em no começo dos anos 90 e seguiu muito forte por uns 6 anos e foi morrendo aos poucos dando lugar para linhas mais arredondadas e finas. E é justamente esse momento que a camisa vive, mas tendendo para o lado bizarro, tinha elementos mais que extravagantes e que se opõem a tudo que vemos hoje, já as camisas da Nike mais moderninhas eram simples e tinham um padrão mais tendencioso para o que conhecemos.